

desertcart.in - Buy The Iliad of Homer book online at best prices in India on desertcart.in. Read The Iliad of Homer book reviews & author details and more at desertcart.in. Free delivery on qualified orders. Review: Meticulous and flawless - If you are looking for an English translation that maintains fidelity to Greek then this is it. I have purchased both Iliad and Odyssey. Review: Great quality, great translation.
| Best Sellers Rank | #122,639 in Books ( See Top 100 in Books ) #1,408 in Anthologies (Books) #2,044 in Poetry (Books) #8,554 in Reference (Books) |
| Country of Origin | India |
| Customer Reviews | 4.7 4.7 out of 5 stars (1,139) |
| Dimensions | 13.97 x 3.56 x 21.59 cm |
| ISBN-10 | 0226470490 |
| ISBN-13 | 978-0226470498 |
| Importer | Bookswagon, 2/13 Ansari Road, Daryaganj, New Delhi 110002, [email protected] , 01140159253 |
| Item Weight | 1 kg 50 g |
| Language | English |
| Packer | Bookswagon, 2/13 Ansari Road, Daryaganj, New Delhi 110002, [email protected] , 01140159253 |
| Paperback | 528 pages |
| Publisher | University of Chicago Press; Illustrated edition (11 November 2011) |
S**U
Meticulous and flawless
If you are looking for an English translation that maintains fidelity to Greek then this is it. I have purchased both Iliad and Odyssey.
M**X
Great quality, great translation.
K**H
Gave as a gift and he loves it so much!
J**N
A brilliant publication with an introduction and index. Ideal indentations. Fine paper. The spine does not even crease. The cover art leaves much to be desired however.
A**X
Indeed a great translation of the Iliad, that provides the clear text structure of the original. I don't recommend to buy it for the sake of prephrase. The only map in it is taken from other books (like the oxrord history of the classical world) and can be found elsewhere. The explanations themselves do not clear out the meaning of the poem before you read it. After the reading they are meaningless. If you need a reference, use encyclopedias or other research texts. (Google will also work)
P**E
A “Ilíada”, à exceção do Javista – autor de Gênesis, Êxodo e Números –, Dante e Shakespeare, é o escrito mais extraordinário produzido no Ocidente, e quem não lê grego antigo pode se valer muito bem de uma guirlanda de ótimos tradutores em inglês, incluindo Richmond Lattimore, Robert Fitzgerald e Robert Fagles. Lendo o épico, temos a impressão de que os deuses são uma conveniência do processo narrativo. Mas o poema raramente nos deixa esquecer que os homens morrem, enquanto os deuses vivem para sempre, contentes na contemplação do nosso sofrer. Zeus não é pai de ninguém; Zeus não nos salva. Conforme observa Richmond Lattimore, os olímpios de Homero são, antes de tudo, homens e mulheres imortais, não superiores à nós, humanos, e raramente se apresentam como paradigmas de sabedoria. Na verdade os deuses se parecem no poema mais com os humanos e os humanos mais com os deuses. Aquiles é máquina mortífera porque almeja a imortalidade de um deus, mas o seu pai humano intima a morte do herói. Assim, Aquiles destrói seres humanos dentro de uma guerra pessoal travado contra a própria morte, a exemplo de uma criança capaz de mutilar um filhote de gato já ferido. O épico em questão é a tragédia de Aquiles, ironicamente, pois ele garante a vitória, mas não consegue superar a amargura da constatação da própria mortalidade. Homero contempla a sujeição da força humana à força dos deuses e do destino; não são espíritos aprisionados na matéria, mas forças ou instintos que vivem, percebem e sentem. “Consideram-se um campo de batalha onde entram em conflito forças arbitrárias e poderes sinistros.” Aquiles e Heitor são figuras bastantes distintas, de vez que não conseguimos visualizar Aquiles inserido na vida cotidiana de alguma cidade, mas ambos glorificam a batalha. Amigo leitor, atente para uma detalhe importante: os guerreiros do épico eram fazendeiros antes da guerra começar; eles já se apropriavam de grãos e frutas como se fossem espólios, na luta com a natureza. Isso contribui para explicar por que a “Ilíada” não se detém a louvar a guerra, pois a realidade, em si, já é uma luta constante, em que nada de valor pode ser obtido sem que alguém ou algo seja pilhado ou arruinado. Assim, competir pela vitória era o ideal homérico. Boa leitura.
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2 months ago
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